MADRUGADA
São almas e corpos, entre volúpias inebriantes,
Usufruem inconsequentes de tudo o que resta,
Da vida, do jogo, da noite, do doce som da festa.
"Porém, onde não se vê, é que ela mora,
A saudade sorriu-me, cantando vitória,
Acostumada sempre à mesma história,
As lágrimas, nem hesitou em devolver-me,
E imaginando outro sabor, pude conter-me.
"Foram estes acordes, que de tão fascinantes,
Arrancaram suspiros até das almas distantes.
O atrevido vento se encarregou de levá-los,
No deleite, brincando de brisa, até entregá-los."
É POÉTICA A ALMA HUMANA Amigo (a) seja bem vindo (a) ao Blog de Poesias. Vai certamente me fazer bem suas boas energias. Sent...